Maria Letra nasceu em Coimbra, a 20 de Setembro de 1938. Escreve poesia desde os 13 anos, idade em que manifestou a sua preferência por esta forma literária. Possui os cursos Comercial e Liceal, completos, tendo aperfeiçoado os seus conhecimentos das línguas Inglesa e Francesa em escolas estrangeiras. Aos 22 anos foi para Londres, onde estudou no conceituado colégio “The West London College”. Foi secretária de direcção e tradutora técnica durante 35 anos, e empresária durante 17.
Deixou Portugal para viver em Itália em 1989, por exigências de trabalho, mas três anos depois fixou residência definitiva no Reino Unido.
Lvros publicaos: “Meus Caminhos de Cristal”, em 2011, e "Meu Pequeno Grande País, em 2017.
Estou com uma vontade firme, inabalável, de dirigir-me a alguém em especial: um miserável ser humano que não pára de proclamar intenções de paz enquanto, na sombra, alimenta a guerra. A sua imoralidade incomoda o mundo, mas ele continua a encenar compromissos e declarações vazias, incapaz de convencer quem quer que seja. Trata-se de um desejo podre de vingança, ao sentir o terreno fugir-lhe debaixo dos pés.
Discursos, de acrimónia impregnados, retratam teu carácter hediondo. Vê-se um brutal ódio escancarado em tudo o que, habilmente, vais expondo.
Sem tergiversar, vais revelando de que lado te encontras, no cenário. O povo, ignorante, vais fraudando com opróbrios actos de vigário.
Vai longo o teu exórdio! Que pereça na alma de pessoas desumanas, isentas de valores, pragas humanas.
Desmascarar-te, urge que aconteça! De gente como tu, está cheia a Terra. Geras o ódio que conduz à guerra.
Data da criação deste conteúdo: 2018-11-01 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Por absoluta necessidade de férias. irei estar ausente da minha página pessoal e do Facebook, durante algum tempo. Peço desculpa por não poder dirigir-me a cada pessoa, em particular.
DESEJO A TODOS UMA PÁSCOA MUITÍSSIMO FELIZ!
Data da criação deste conteúdo: 2026-04-02 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Eu quero focar aqui, de uma forma subtil, apenas dois dos exemplos do português do Brasil. Estão fora do Novo Acordo, com o qual eu não concordo, mas não esqueçamos, contudo, tratar-se de algo “bicudo”… Eu, espectadora, serei! Espetadora… é diferente! A pessoa que outro espeta não tem juízo! É pateta. Não se confundam! Porei outra questão pertinente: os termos facto… e fato; outro exemplo caricato. O que era um caso, direi, passa a algo de vestir. Uma espectadora, observa; uma espetadora… enerva! Um facto em que reflectir, passa a ser fato a despir. A mesma língua… e, afinal, no Brasil e em Portugal, há grafias diferentes? Isto foi só um aparte, porque, quanto ao novo acordo… esteja eu onde estiver, escreverei como eu quiser.
Data da criação deste conteúdo: 2015-05-21 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Sou ave inquieta em ninho de penas; vagueio à margem de vultos em dor; não temo a maldade das almas pequenas, nem cedo aos corvos em noites de horror.
Com asas me busco — dispersa de mim. Debico o vazio onde impera carência. O mal que me cansa não se chama fome, não mata nem morre, mas rói na cadência.
Resgato fragmentos do que me faz falta. É pouco — não chega, não basta sequer. Urge solução para tanto querer.
Meu voo vacila, a mente ressalta, o tempo desfaz-se perante a impotência. Minha inquietude não tem resistência
Data da criação deste cobteúdo: 2026-03-28 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Uma parte dos meus poemas tem origem no silêncio interior; noutra, porém, brota da necessidade de olhar o mundo de frente. A poesia, em grande parte, nasce precisamente desse encontro entre consciência e palavra.
Na grande maioria dos meus versos, a observação da realidade transforma-se em reflexão poética e percorre temas como a condição humana, a inquietação social, a fragilidade das certezas e os jogos de poder que tantas vezes marcam o destino colectivo. Acontece isso com uma escrita que procuro seja clara, ritmada e directa, onde a musicalidade que procuro esteja presente nas minhas palavras e conviva com uma certa dose de ironia, sempre que possível subtil, por vezes incisiva, mas sempre muito minha.
A poesia presente no que escrevo não procura esconder-se em labirintos de obscuridade. Busco antes abrir espaço à interrogação e ao pensamento, convidando o leitor a reconhecer nos meus versos algo da minha forma muito particular de olhar sobre o mundo.
Entre denúncia e contemplação, entre inquietação e esperança, nos meus poemas procuro recordar que a palavra poética continua a ser um lugar onde a consciência humana se interroga e se revela.
Data da criação deste conteúdo: 2026-03-28 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Quando o voo dos hoazins perturba a tua vida, rodopiando nos céus, em jeito de inconstância, esvoaçam andorinhas, em dança desmedida, sob ventos que assobiam sinais de intolerância.
Escuta o grasnar da gaivota enlouquecida, anunciando tempos de luta e de mudança. É tempo de enfrentar a sombra endurecida e combater, com firmeza, o espectro da ganância.
Para além do que vês, há jogos e traições urdidos no silêncio de ocultos bastidores. Impõe-se discernir caminhos e direcções por onde se infiltram velhos semeadores.
Águas limpas deslizam pelas montanhas, lavando impurezas que o tempo não disfarça. Mesmo as aves mais turvas, sujas e estranhas, não vencem a verdade quando a alma esparsa.
Regressarão as flores com a Primavera, e o ar renovado há-de trazer bonança. Depois do vendaval, a vida persevera: há sempre um recomeço onde habita a esperança.
Data da criação deste conteúdo: 2026-03-20 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Misturam-se ganâncias repletas de manigâncias entre algumas nações. São diversas as pretensões. O povo mais obtuso sente-se muito confuso e poucos perceberão bem quem é que comanda quem.
Lunáticos poderosos, maus e ambiciosos, jogam planos e acções que congregam mil facções. As mortes que movem, por certo, não os comovem; …pretendem, com o seu poder, maior riqueza obter.
E a população grita, faz apelos. Está aflita! Cada um teme o pior. Uns oram, outros imploram. Ninguém percebe ao certo o que jaz encoberto. …não vá o inimigo descobrir e o projecto ruir.
Quem entre essa gentalha vil e canalha ousa abdicar das suas acções ou pretensões em prol da paz na sua nação e da multidão? Dir-se-á, sem poupar um desdém: Ninguém!
Data da criação deste conteúdo: 2026-03-11 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Como já referi, sou contra os dias seja do que fôr. Hoje, porém, sinto-me no dever de referir este dia específico, dedicado à Mulher. Talvez que, se o fizessemos mais vezes, acabasse o ultraje de haver tantos monstros a usarem-na sem qualquer tipo de respeito.
Mulher … Você não é uma mulher apenas, Você é graça, é arte, é beleza. É o branco alvo de lindas açucenas, é o melhor fruto que deu a Natureza. Mulher … Você nasceu com a grande missão de dar vidas à vida, parindo na dor, amando com garra, criando emoção, e dando lições de força e de amor. Mulher … Você espalha luz em noites escuras, em almas sofridas, carentes de beijos, sem pena de si, passando-lhe agruras, saciando corpos, matando desejos. Mulher … Você abre estradas e remove escombros, distribui coragem, com ar de menina, carregando a vida em cima dos ombros. Mulher … Você é Divina
Data da criação deste conteúdo: 2011-05-08 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Sinto uma rajada de desesperança abanar-me o corpo, sacudir-me a alma. É tempo de luta pela mudança. O mundo está virado do avesso e ao que se passa para além de vozes pouquíssimos têm acesso. Não confundamos as areias com que era feito o cimento; impõem-se novas ideias. Gera-se a confusão e destrói-se o grande poder da reflexão. A atmosfera corrói-se. E eis que o império de outrora perde punjança e o seu povo chora. A estrutura desaba. Deixa milhões de pessoas perplexas, mas a ganância não acaba.
Data da criação deste conteúdo: 2020-06-25 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
La perfezione non esiste, ma resta la mia meta; non so bene in che consiste questo sentirmi incompleta. Mi sta mancando qualcosa per sentirmi più perfetta; questo mio IO “da finire” ha un cuore che si dà a un mondo che non aspetta. Ma il mio modo di agire nasconde molto al di là di ciò che appare all’esterno. C’è dentro me qualcosa che non quadra e che mi stanca; non saprei come spiegare… Ad esempio sento spesso dei cambi d’atteggiamento che mi fanno preoccupare e talvolta anche tremare. Ci sono certi incidenti che affronto serenamente, ma ci sono altri momenti in cui cambio… stranamente. Un giorno sono ottimista, l’altro giorno non so bene; nel frattempo provo ad essere la miscela che conviene. Sono un enigma, purtroppo, agli occhi di chi mi vede; vedono e concludono dicendo: «Questa qui non è completa! Avrà una vite in meno o viene da un altro pianeta.
Data da criação deste conteúdo: 2026-03-02 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Abraço os sonhos que tenho, indiferente aos sinais que me recordam a idade. Vivo meu dia após dia com enorme felicidade, pois ninguém se atreveria a travar o que é demais. Vou até onde eu puder, sem pressa ou agitação. Ninguém corre atrás de mim. Sou livre e sem compromissos... seguirei vivendo assim! Meus quereres insubmissos? Combato-os, por precaução.
Data da criação deste conteúdo: 2016-11-01 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Esta minha saudação especial vai para todas as pessoas que, neste momento, choram a morte de um ente querido, com particular relevância, desta vez, para os familiares de quem morre em consequência das inaceitáveis negligências que têm ocorrido no Serviço Nacional de Saúde Português. Tais negligências exigem acção imediata da parte do Estado, para bem dos que sofrem e dos que vêm sofrer. Nem todos têm a possibilidade de recorrer aos cuidados médicos de uma instituição privada, até porque o que recebem, mensalmente, não chegará para as despesas básicas do seu agregado familiar. Nunca pensei assistir a esta vergonhosa situação, que tanto afecta pessoas de mente sã.
Data da criação deste conteúdo: 2024-01-10 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Procuro na escrita o que não encontro em ninguém, mas já não sei se escrevo ou se me deixo mergulhar nas pausas que o tempo me vai dando. Vou-me desfolhando lentamente, contando, um a um, os Bem-me-Quer, Malmequer, da minha vida de Mulher. Oh! Como eu gostaria de prolongar a minha existência! Quantas histórias irei deixar inacabadas, se me afogar num dos mergulhos que vou dando. Coragem e comunicação foram sempre as minhas armas de combate contra os ácidos da Vida. Não gosto da solidão. Umas vezes é flor, outras vezes um espinho, espetado no coração. Quando narro o que ficou escrito, nas palmas da minha mão, sinto o doce do mel, e o acre do limão. Quantas feridas se abriram em mim, sem um lamento meu e sem revolta. Foram muitas viagens que fizeram, de ida... e de volta. Fui Mãe nas horas de ponta e madrasta vezes sem conta, quando aquilo que exigia não se dissolvia nas águas em que me envolvia. Não! Não me tortura mais o Passado. Tortura-me o Presente. Esse sim, que é responsável pelo que sinto em mim. O meu corpo tem marcas, mas o meu espírito, não! Sou amor e desamor, numa mistura que dói, mas que não corrói a minha mente, porque a realidade não lho consente. Deslizo numa descida a pique, sem qualquer vontade, escorregando aqui ou ali, mas levantando-me sempre. Quero manter-me na vertical até que me chegue a desistência que aniquilará esta minha resistência. Não, eu não quero caminhar mais em chão de areia! Quero mergulhar em mares, como se fosse uma sereia.
Data da criação deste conteúdo: 2015-05-01 Livro "Contos ao Vento": Edições Vieira da Silva Excerto de: Maria Letr@ Autor da imagem: Fred Azevedo.
URGE REVER AS LEIS QUE ESTABELECEM A PUNIÇÃO A SER APLICADA EM CADA CASO
a) O execrável aumento da violência; b) O que os "mass media" transmitem/publicam, fugindo ao respeito pelo pudor e sensibilidade dos outros, para atraírem a atenção de um público bem específico e, assim, aumentarem as suas audiências/os seus leitores; c) A inoperância das leis que regem as punições pelo abuso sexual de crianças e de adultos; d) A incontrolável falta de respeito dos alunos nas escolas, para com os professores; e) O assustador aumento de jovens que recorrem ao uso das chamadas drogas leves, quantas vezes evoluindo, mais tarde, para as drogas pesadas.
De a)+b)+c)+d) e e) resulta a tendência para criar, na geração mais velha, a defesa da hedionda falsa moralidade dos "extremistas", como justificação para atingirem objectivos bem concretos, ocultos por um "manto diáfano de bons propósitos".
Data da criação deste conteúdo: 2022-07-22 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem: Tomas Anunziata
No Choupal nos encontrámos para alfarroba colher. Não sei o que é que apanhámos. Não saberei descrever. Alfarroba não seria… porque a bolsa... veio vazia.
Data da criação deste conteúdo: 2013-07-03 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Manifesta as tuas opiniões mas nunca imponhas ou contraponhas conviccões. A liberdade de expressão não é absoluta... mas implica respeito e uma exemplar conduta.
Data da criação deste conteúdo: 2023-10-19 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Quando o voo dos hoazins te perturbar a vida, rodopiando nos céus, em jeito de inconstância, escuta o grasnar da gaivota enlouquecida. É tempo de combater o espectro da ganância.
Para além do que vês, há um mundo de traições planeadas por detrás de secretos bastidores. Impõe-se analisar com cura as direcções por onde seguirão esses velhos traidores.
Águas limpas deslizam pelas montanhas, limpando as impurezas que os hoazins lançam. São aves muito sujas e muito estranhas.
Não temas o inimigo. É fraco e inseguro. Joga com as tuas armas, que honra alcançam. Aposta e acredita num pacífico futuro.
Data da criação deste conteúdo: 2026-02-12 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Este caos que em portugal e espanha se instalou, gerou devastação geral, muito profunda: perda de vidas, de bens e do que ocasionou a má governação por tanta actuação imunda.
O nome “Marta”, paira na mente de quem, generosamente trocou o seu ócio por acção, e dá-se de alma e coração a alguém que ela sente estar a gritar-lhe por atenção.
Porém… sopra um vento ainda mais decisivo; nas urnas mede-se o rumo nacional. É tempo de pesar o gesto colectivo: disputam-se dois nomes bastante desiguais.
E eis chegado o momento das decisões… A ala esquerda defende o que lhe convém, e a da direita, cheia de argumentações, apela ao que disse, ao que promete… e que mantém.
Após este presente, pensemos no passado para fundamentar o próximo futuro. Somos um povo que vive ameaçado por um novo tempo, sem dúvida, não seguro.
Data da criação deste conteúdo: 2025-02-08 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Este meu manifesto de hoje representa a grande preocupação que me causam certas publicações na internet — e não só — a maioria das quais tem como fundamento fins de teor materialista, sejam eles sôbre religião, saúde, desporto, etc.
Interpreto tais publicações como acções tomadas no sentido de atingir determinados fins, sem que os seus autores considerem os prejuízos que podem causar a quem não dispõe de bases culturais suficientes para compreender o mal que lhes pode advir.
Lamento não haver uma lei que proíba, terminantemente, o abuso — aparentemente livre — da edição de vídeos sôbre os perigos a que cada pessoa estará sujeita se, a partir de certos sintomas, consumir determinados alimentos ou cometer determinados erros de comportamento.
Este abuso estende-se a diversos outros “conselhos”, muito provavelmente sem que os seus autores sejam obrigados a apresentar, perante uma autoridade designada para o efeito, qualquer certificado comprovativo das bases em que fundamentam a veracidade do que sugerem ou aconselham, deixando desprotegidos aqueles que, por fragilidade, desconhecimento ou confiança excessiva, acabam por seguir orientações que podem comprometer o seu bem-estar.
Data da criação deste conteúdo: 2026-01-29 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Almejo a primavera com íntima urgência. Estamos fartos do frio, da áspera insistência do vento e da humidade em dura permanência. Ferem este país sem dó nem complacência.
Sonhamos ver os campos em flor rendidos, mantos de cor, de beleza, de sentidos, promessas que nos deixam comovidos e devedores do tempo que nos foi subtraído.
As estações mudam — sempre mudaram — sabemos, mas nunca como agora o peso que trazemos: um inverno longo demais para quem já treme e sente a alma cansada de tanto que ela teme.
Que venha o sol romper esta tristeza fria, aquecer a Terra, a gente, a poesia. Não era este o tempo que o povo queria: tem saudades do bom tempo e vive de nostalgia.
Data da criação deste conteúdo:2026-01-22 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
O Sabichão é reconhecido em cada canto do nosso belo país, pelo que faz e pelo que diz. Reconhecido à distância, onde quer que esteja, tem saber para todos e ainda lhe sobeja.
Está imbuído de um saber com matriz.
Ele não receia o dia das votações, para a eleição, seja do que ou de quem fôr. De ventre para fora e peito para dentro… votará à esquerda ou à direita ou até ao centro.
É uma questão de escolha “do seu maior”.
O sabichão não sabe — e, se souber, não teme — a força de uma máquina de grande envergadura, que está atenta a tudo o que se passa em cada canto do universo que ele abraça.
Pairam por todo o mundo defensores da ditadura.
Perante o poder do eterno dominador, conhecedor das muitas vantagens que lhes trazem o uso de chantagens exercidas com intervenções do exterior…
Há que estar atento a margens e percentagens!
O que poderão os cidadãos mais comuns, na sua maioria incultos e desprevenidos, sem adequado saber na altura de votação? Impõe-se cultivar o estatuto do sabichão senão…
Sofreremos por abstenções e por votos falidos.
Data da criação deste conteúdo: 2026-01-17 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Sou um ser sedento de passos leves, suaves. Repudio viver em constante sobressalto. Aprecio o sol, o luar e as aves, tributos reais que venero e exalto.
Sou mulher com norte! Não aceito ameaças. Repudio horizontes com princípios vis, que não respeitem crenças, nem tampouco raças, ou atitudes comandadas, sem raiz.
Sigo a direcção criada num projecto, gerador da diferença entre o vero e o vento. Repudio o que fôr vil e abjecto, ou comprometa o meu livre pensamento.
O vento sopra tão forte que estremeço. Serão claros sintomas de mudança, ou um sinal-objecto de arremeço, que o Universo, em luta, à Terra lança?
Data da criação deste conteúdo: 2026-01-11 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
A Propósito da Pressa que Alberto Caeiro não Tinha ................
A pressa desafia o tempo, numa correria louca. Quer voltar ao tempo atrás. Mas quando algum contratempo faz a vontade ser pouca... sabem o que a pressa faz? Tira-nos de onde houvéramos de viver, sem pressa ter e deixa-nos onde antes, éramos, ficando sem estar, nem ser. É que o tempo... que pode e manda, tanto anda... como desanda!
Data da criação deste poema: 2025-11-25 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Sou o sol amado mas pouco ou nada posso contra a natureza do Homem prevertido. Em cada canto da Terra há alvoroço causado por interesses sem sentido.
Forças nefastas proliferam neste mundo onde a ganância do Homem mal formado gere ambições de cariz muito fecundo que podem conduzir a um fim indesejado.
Discute-se a paz, explora-se a guerra. Implora-se saúde, fomenta-se a doença. A humanidade já não fala, berra… Quanto mais reune, mais o caos adensa.
Data da criação deste conteúdo: 2026-01-07 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Está partindo mais um ano em cada vida, sem acenar adeus na hora da partida. Não se lamenta, não grita, nem reclama. Aceita sempre o seu fim sem qualquer drama.
Oh! Como eu gostaria tanto de ser forte para combater a irreversível morte. Vivemos até que o Universo decida quando é chegado o momento da despedida.
O homem, ao nascer, vem com “pena” suspensa, independente de sorte ou até de crença. Vai vivendo segundo a sua condição.
Ou reina bem, não fomentando a guerra, ou o Real Universo porá um fim à Terra... e tudo acabará em brutal escuridão.
Data da criação deste conteúdo: 2025-12-31 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Transmito a todas as amigas, amigos e Familiares distantes a minha mais profunda gratidão pelos votos de Boas Festas que, tão gentilmente, me enviaram. Desejo a todos um Feliz ANO Novo!!! Que venha por bem.
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Encurta-se a distância que me conduz ao fim de mais um ano, sem saber bem de mim. Busquei-me em vão no meio da confusão.
Absorvida pela vida, perdi-me pelo espaço entre pouco de nada e tanto de escasso. Foram tempos de tormenta e de muita desilusão.
Estou pronta a enfrentar mais um recomeço. Quiçá o universo entenda que o mereço. Imponho-me o dever de estar agradecida.
Gostava de abraçar com fé, com muito amor, cada ser que sofre por tanto desamor. A paz no mundo está comprometida.
Data da criação deste conteúdo: 2025-12-27 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Quero imaginar-te, serenamente,
no etéreo espaço onde teu corpo jaz.
Permanece, meu amor, na minha mente
a ideia de que tu estarás em paz.
Partiste deste mundo em turbulência,
onde ninguém se entende ou está seguro.
Urge que tenhamos a consciência
do que possamos fazer pelo futuro.
Quando na minha vida tu surgiste,
mudou-se o meu programa de existência,
marcado por princípios de prudência.
A promessa que te fiz - porque pediste -
manter-se-á de pé, enquanto viva.
Do seu processamento estou cativa.
Ao fio desse dever me sei cativa.
Data da criação deste conteúdo: 2025-12-20 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Quando decidi abrir uma página pessoal, fi-lo movida pela vontade de partilhar o que escrevo sobre diversos temas, excluindo, porém, desgastantes discussões de natureza partidária. Estou completamente afastada desse campo e, se por acaso fizer algum comentário sobre certas “escandaleiras”, infelizmente tão frequentes hoje, esse comentário jamais será colocado na página seja de quem fôr. Permanecerá apenas neste meu espaço, tal como acontece, também, com a minha página no Facebook. Reitero, naturalmente, o respeito que me merecem as opções partidárias de cada um. Espero que compreendam esta minha decisão. A experiência que vivi ao longo de tantos anos, com um certo número de presidentes da República, gerou em mim um cansaço inquestionável. Dessa vivência ficou a sensação de um país esgotado em promessas e carente de um certo número de pessoas de bom senso, no governo. Prefiro, portanto, que não compartilhem comigo as vossas publicações neste campo, as quais poderiam vir a transformrar-se em algo bem diferente do projecto que sempre tive em mente assumir.
Data a criação deste conteúdo: 2025-12-12 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Poesia, alimento da alma, e um bom refúgio do coração de um poeta, em inspiração. Aceita, com muitíssima calma, o mais particular sentimento que ele tenha num dado momento.
Expõe aberta e publicamente o que lhe conta o seu poeta, de forma livre, mas muito concreta. Não sente algum constrangimento: faz um papel hoje já lendário neste tão particular cenário.
Posso prever esta realidade: os poemas que passaram de mão em mão e de alma em alma, com devoção, direi, sem qualquer ambiguidade, que serão sempre bem-sucedidos; os outros… eternamente esquecidos.
Data da criação deste conteúdo: 2025-12-11 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Defendo que devíamos ponderar seriamente sobre o que poderá levar certos seres humanos, – considerados de mente sã e de corpo são –, a praticar tantos actos cruéis e desumanos.
Escolho como palavra de ordem: a violência, que transforma o precioso amor em ódio e o natural desejo em forte rejeição. Há que pôr lhe fim logo ao primeiro episódio.
Quem fôr violento deverá ser condenado, com pena eficaz, com base na justiça imparcial, credível e jamais adulterada, onde a aplicação da lei não seja omissa.
Actuações globais, de modo organizado, deveriam acompanhar um plano assaz geral, aplicável em várias vertentes importantes. Talvez assim acabasse a violência em Portugal.
Data da criação deste conteúdo:1925-12-10 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Que o meu amor por ti não seja breve. Quero senti-lo vivo enquanto viva. Porque, de encantamento, sou cativa… que ao grau de eternidade ele se eleve.
Entraste no meu mundo por acaso, quando de mudança era carente. Olhei-te indiferente e, por prudente, dei-me, por precaução, um certo prazo.
Não fora essa atracção inesperada a galgar o meu limite a ter em conta, e tudo mudaria. Não estava pronta: impus-me ser prudente e reservada.
O tempo foi, porém, célere na espera. Correu a meu favor sem que eu sentisse e, antes que, prudente, eu o gerisse, tomou meu coração… que hoje o venera.
Que, viva, possa ter recordação de memórias que me deixaste na partida: serão, da minha alma, a despedida. O teu amor por mim não foi em vão.
Data da criação deste conteúdo: 2025-12-09 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Queria partir com o sol quando se põe no além; seguir-lhe o passo lento, acolher-lhe a magia. Fugir da noite incerta e do seu turvo vaivém, na esperança de alongar-me a vida em cada dia.
Rejeito a luz da lua, expoente de alternância; perturba a minha mente — tão triste, tão soturna. Venero a luz do sol: mantém-me em vigilância, e faz de mim mudança, enquanto taciturna.
Queria poder escrever, sentir inspiração, e encontrar um rumo para viver sem mim. Eu sei… não sou eterna, mas não aceito o fim.
É tempo de reflectir e de pedir perdão por todo o embaraço que possa ter causado a quem nunca aceitou eu tanto haver mudado.
Data da criação deste conteúdo: 2025-12-05 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Quando um frente a frente é importante e merecedor de muita atenção, deveria sofrer, doravante, uma particular proibição:
O jornalista que fosse designado para fazer perguntas, com um fim em vista, deveria manter-se muito bem calado, mesmo que desagrado, pela resposta, exista.
Só deveria poder fazer perguntas e nunca contestar quaisquer respostas; caso contrário, não será um frente a frente.
Perante mil questões em série, adjuntas, estaremos perante tendências contrapostas, quiçá com outro fim adjacente.
Data da criação deste conteúdo: 2025-11-25 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Entre a fome por carência de alimento e o vazio por carência de cultura, há um grande mar de convencimento sobre como providenciar a sua cura.
No primeiro caso impõe-se haver riqueza, pelo somatório de valores que arrasta; No segundo, me interrogo - sem certeza - somente quanto baste… ou vasta?
A ausência de dinheiro para comer gera doenças e até mesmo a morte. Cabe, portanto, ao Estado prometer, dar a todo o pobre algum suporte.
Quanto à cultura, o Estado deverá abrir-lhe as portas, sem limitação. Ela é o que, na vida, produzirá o progresso e a felicidade da Nação.
Data da criação deste conteúdo: 2025-11-25 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.
Que ninguém se sinta ofendido com o desabafo que trago hoje. Há modas que não são modas: são autênticas epidemias estéticas que me desgastam a paciência e me fazem duvidar da imaginação humana. Parece que basta algo ficar “tendência” para se desligarem cérebros e ligarem o modo “imitar até cair”. Falo, concretamente, de duas pragas contemporâneas: certos penteados e certos bailados televisivos. A primeira praga é o penteado da risca ao meio, aquele em que os cabelos são esticados com tal violência que, se a moda continuar, qualquer dia vemos testas a ir da sobrancelha ao pescoço. Fortemente colados ao couro cabeludo, lá seguem eles — favoreça ou não, pouco importa; a ordem é obedecer à moda. A segunda praga habita os palcos dos cantores pimba: uma coreografia sempre igual, sempre abanada, sempre no mesmo registo… duas ou três bailarinas a fazer exactamente o mesmo, dia após dia, programa após programa. Chega a ser quase hipnótico, não fosse tão pobre, tão repetitivo e tão profundamente enjoativo. E pior: quando se tropeça em certos canais que insistem em injectar estes programas repetidos até à náusea, os telespectadores ficam com duas opções — desistir… ou aceitar o risco de ficarem meio chonés. Antigamente via pouca televisão por falta de tempo; agora vejo ainda menos, mas por sanidade mental. Descobri um antídoto infalível: escolher apenas canais que não me dêem cabo do sistema nervoso. Chamo-lhes “OPÇÕES” — e digo-vos que, para quem não aprecia epidemias estilísticas, é a cura perfeita.
Data da criação deste conteúdo: 2025-11-19 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.