O Sabichão é reconhecido em cada canto do nosso belo país, pelo que faz e pelo que diz. Reconhecido à distância, onde quer que esteja, tem saber para todos e ainda lhe sobeja.
Está imbuído de um saber com matriz.
Ele não receia o dia das votações, para a eleição, seja do que ou de quem fôr. De ventre para fora e peito para dentro… votará à esquerda ou à direita ou até ao centro.
É uma questão de escolha “do seu maior”.
O sabichão não sabe — e, se souber, não teme — a força de uma máquina de grande envergadura, que está atenta a tudo o que se passa em cada canto do universo que ele abraça.
Pairam por todo o mundo defensores da ditadura.
Perante o poder do eterno dominador, conhecedor das muitas vantagens que lhes trazem o uso de chantagens exercidas com intervenções do exterior…
Há que estar atento a margens e percentagens!
O que poderão os cidadãos mais comuns, na sua maioria incultos e desprevenidos, sem adequado saber na altura de votação? Impõe-se cultivar o estatuto do sabichão senão…