Estou com uma vontade firme, inabalável, de dirigir-me a alguém em especial: um miserável ser humano que não pára de proclamar intenções de paz enquanto, na sombra, alimenta a guerra. A sua imoralidade incomoda o mundo, mas ele continua a encenar compromissos e declarações vazias, incapaz de convencer quem quer que seja. Trata-se de um desejo podre de vingança, ao sentir o terreno fugir-lhe debaixo dos pés.
Discursos, de acrimónia impregnados, retratam teu carácter hediondo. Vê-se um brutal ódio escancarado em tudo o que, habilmente, vais expondo.
Sem tergiversar, vais revelando de que lado te encontras, no cenário. O povo, ignorante, vais fraudando com opróbrios actos de vigário.
Vai longo o teu exórdio! Que pereça na alma de pessoas desumanas, isentas de valores, pragas humanas.
Desmascarar-te, urge que aconteça! De gente como tu, está cheia a Terra. Geras o ódio que conduz à guerra.
Data da criação deste conteúdo: 2018-11-01 Texto e conceito visual: Maria Letr@ Imagem gerada por plataforma de A.I.