O sol desponta ao longe na montanna, movido por uma das leis do Universo; cumpre o seu dever que, belo e estranho, no rigor da Lei do Ritmo, é controverso.
Ao despontar sereno, em cada dia, indiferente ao tempo que o recebe, não vacila, não reclama, não desafia… mantém-se imperturbável, não retrocede.
No famoso “Caibalion” haverá exposta uma descrição cabal sôbre a matéria. Prefiro defender, como resposta, tratar-se de intercepção de força etérea.
Há que seguir em frente com os meios que a natureza superior muda nos pede. Somos meros viajantes com anseios que nem sempre a lei universal concede.