Entre a fome por carência de alimento e o vazio por carência de cultura, há um grande mar de convencimento sobre como providenciar a sua cura.
No primeiro caso impõe-se haver riqueza, pelo somatório de valores que arrasta; No segundo, me interrogo - sem certeza - somente quanto baste… ou vasta?
A ausência de dinheiro para comer gera doenças e até mesmo a morte. Cabe, portanto, ao Estado prometer, dar a todo o pobre algum suporte.
Quanto à cultura, o Estado deverá abrir-lhe as portas, sem limitação. Ela é o que, na vida, produzirá o progresso e a felicidade da Nação.