Este ano, na impossibilidade de contactar telefonicamente as minhas Amigas, Amigos e alguns Familiares distantes, dirijo-me a todos através desta página, desejando-vos um Natal onde impere o Amor, em todas as suas vertentes, a Saúde, a Alegria, a Empatia pelas diferenças e, muito especialmente, a PAZ de que todos, de uma forma ou de outra, tanto carecemos.
Há sinais de alerta em vários pontos do Mundo. Contudo, não deixemos que a nossa consciência se desvie da direcção a seguir para que, finalmente, possamos usufruir de uma PAZ consolidada, sem ódios provocados pelas permanentes manifestações inquietantes de ganancia e de abuso de poder.
Tenho sempre programas para o futuro, os quais vou actualizando sem pensar que o mundo vai acabar amanhã. Criando novos projectos evito sentir que já não tenho sonhos.
A endorfina é um neurotransmissor associado ao bem-estar e à felicidade, cuja produção ocorre na hipófise, uma glândula situada na parte inferior do cérebro. A partir daí desencadeia-se uma série de sensações agradáveis que despertam no homem o desejo de viver, de criar, de aprender e de expandir o que há de bom e positivo na sua alma. Quando ocorre uma diminuição da endorfina, o homem perde a sensação de felicidade, gerando nele desencanto e perda de entusiasmo. Preservar a saúde é um dos aspectos primordiais a respeitar, pois promove bem-estar, vontade de viver e de transmitir aos outros positividade.
Há uma notória revolução generalizada nos neurónios da humanidade. Estamos em presença de regressos cíclicos de crimes inconcebíveis, cometidos no passado, ou trata-se de programas demoníacos em actividade no presente?
A meta que buscas está inacessível, mas crês esteja lá, o que não terás. Segue caminhando… Quem sabe é possível que vás encontrando outra forma mais leve de encontrares a paz.
O stress infernal da vida actual destrói, lenta mas inexoravelmente, a vida das pessoas que são “obrigadas” a lidar com ele, por exigência geral de um sistema que não tem capacidade para alterar esta situação. Tal incapacidade é devida a muitíssimas e variadas razões implícitas num todo “intocável”, cuja raiz foi apodrecendo ao longo de séculos de poder adquirido. Este stress, infelizmente, começa a deixar marcas também, subitamente, em cada filho que venha a nascer, perpetuando-se durante a sua vida, de geração em geração, se não for por interrompido "a talho de foice", por opções diferentes assumidas durante a vida de cada um.
...e foi nesse mesmo dia,
e nessa data precisa,
que entraste na minha Vida
para sempre. Decidida,
passei a sentir magia
num viver que simboliza
a mudança e o valor
que tem a força do Amor.
Cuido-me porque amo a vida. Divirto-me sempre que posso (oh… se divirto!); já não canto porque respeito os outros, que não gostariam de ouvir-me, mas danço sempre que posso. Não tenho idade enquanto ela me deixar não senti-la e essa de “coisas fúteis” – ou coisas que não ficam bem a pessoas da minha idade – existiu mais no tempo dos meus pais e dos meus avós. Contudo, há limites que respeito… por respeito a mim própria.
Do nada, formou-se, um dia, um Todo, um Todo onde Tudo era perfeito, no seu todo, sem defeito. Mas esse Tudo passou a ser quase tudo, pois, tempos depois, verificou-se que era no "quase" do Tudo que existia um problema. Alguns dos Todos daquele Todo queriam destruir o ecossistema, desenvolvendo métodos que poderiam destruir Tudo e Todos. Entre esses todos, alguns queriam o paraíso só para si e, por isso, o Todo passou a ser um todo imperfeito. Se Todos fossem de bom jeito, no Todo, Tudo seria perfeito. Todos, naquele Todo, estariam bem. O Todo, sem o imperfeito, seria soberbo. Mas alguns de todos, naquele Todo, que diziam seguir o verbo... e outros todos, que não queriam saber do verbo, foram abalados por esses alguns, que querem dar cabo de Tudo. Isso está já a acontecer. Mas acreditem: é horrendo! Os mais velhacos, desses alguns, estão a destruir muito do que resta do Todo, pois caíram no engodo. Esses patifes, parte do Todo, ora se fazem amigos dos outros todos, para conquistar posição e dar cabo de Tudo, ora revelam-se um grupo cruel, prejudicando Tudo e Todos, fazendo um Todo amargo como fel. Malditos os todos que tentam destruir o lindo Todo, pois Tudo e Todos estão a sofrer. Se continuarem a atacar Tudo e Todos, o resultado será fatal. E, assim, os restantes Todos morrerão sem ver mais nada do Tudo, que era lindo, neste Todo.
Ninguém deverá julgar a posição assumida por alguém que esteja em pleno domínio do seu raciocínio. Numa sua decisão, contestada, há que respeitar o que só o próprio conhece de si e dos traumas que foram alterando as suas reacções. Os afectos têm aqui um papel muito importante, sobretudo se pensarmos no efeito que a sua ausência, em determinado período da sua vida - por exemplo, durante o seu processo de envelhecimento - mais precisou da sua ajuda, e torna-se um ser frio e indiferente. Através do seu raciocínio indutivo, poderá ter chegado à conclusão de que quem não a ama não a merece, deixando de prestar-lhe a atenção que, antes, mereceria.
I - LINGUAGEM POPULAR PORTUGUESA
Quando mando “posts” de pescada e fico sem perceber nada, procuro num dicionário, de correcto vocabulário, a resposta adequada.
Exemplificando:
1.
Mandar postas de pescada ou mandar bitaites.
Falar de alguma coisa não percebendo nada do assunto em questão.
2.
O rapaz estava na festa,
numa qualquer chafarica,
e pisgou-se, a toda a mecha,
tal e qual uma flecha,
com uma crise de forrica.
=
O rapaz estava na festa,
numa qualquer tabernita,
e fugiu a toda a pressa,
tal e qual uma flecha,
com uma crise intestinal.
3.
Chafarica: pequena loja, tipo taberna.
4.
Pisgou-se: vem do verbo pisgar-se, nas suas variadas formas, cujo presente do indicativo posso indicar como sendo expresso assim, popularmente:
Eu fujo = Eu fujo
Tu safas-te = Tu foges
Ele pisga-se = Ele foge
Nós piramo-nos = Nós fugimos
Vós raspais-vos = Vós fugis
Eles miscam-se = Eles fogem
5.
A toda a mecha: A grande velocidade
6.
Forrica:
1) Cousa branda, mole, de pouca consistência.
2) Dejeções brandas.
(3) Diarreia, furriqueira.
Nota: há dicionários onde as palavras "furrica" e "forriqueira" estão escritas com "o", e outros onde estão escritas com "u". Tanto umas, como outras, existem com o mesmo significado.
Vivo tranquila sempre que consigo ver-me livre, tão depressa quanto possível, dos acidentes de percurso, na estrada em que caminho. Abomino os estados de ansiedade, que combato através de travões que me imponho porque, físicamente, conheço as consequências que provocam.
Quando estabelecemos planos para a nossa vida, procurando exigir de nós o cumprimento dos mesmos, não convém negligenciar que o factor razão deverá sobrepor-se aos impulsos do coração, facilmente traiçoeiro e muito tentador. Ao seguirmos apenas o que nos dá prazer, poderemos acabar por fazer muito mal a nós mesmos.
Ninguém deverá julgar a posição assumida por alguém em pleno domínio do seu raciocínio. Numa decisão contestada, há que respeitar o que só o próprio conhece de si e dos traumas que foram moldando as suas vontades, à medida que foi envelhecendo, por exemplo. Os afectos têm aqui um papel muito importante, sobretudo se pensarmos no efeito causado pela sua ausência ao longo da vida dessa pessoa que, com o tempo, pode tornar-se fria e indiferente. Através do seu raciocínio indutivo, ela pode chegar à conclusão de que quem não a ama não a merece e, por isso, corta radicalmente com quem a magoou, deixando de dar-lhe atenção.
Mentes doentes, bocas abertas, geram agentes que lançam alertas. Falta confiança, sobra interrogação. Jogos de criança despertam atenção. Sábios ditam leis que impedem condutas e punem, por crimes, promotores de lutas.
A dor embarga.
A saudade entristece.
A decepção é amarga.
O amor aquece...
… e a vida?... Continua…
Corrija-se olhando para trás.
Manifeste-se arrependida.
Trave os erros que ainda faz...
Abrace o perdão da Vida.
Olho-me ao espelho com ternura e com complacência, da mesmíssima forma com que olho os outros. Faço uma excepção sempre que alguém me ofende, moralmente. Esses são banidos, completamente, das minhas relações.
O Amor não acabará jamais, mas nunca aceitará rivais que ocupem o seu lugar. Ele não sabe perdoar uma tácita mentira. Isso é de vilão, e na traição, retira!
A avaliação de uma atitude assumida por alguém só poderá ser bem compreeendida
quando existe um conhechimento profundo da causa que a motivou.
Só assim poderá ser bem entendido, também, o efeito que produziu.
Cabe a mim, e só a mim, aperfeiçoar-me, o que tento fazer tanto quanto possível. A única coisa que, nesse aperfeiçoar-me, não fui ainda capaz de vencer, foi o facto de não conseguir ultrapassar ofensas morais. Quem me ofende moralmente, é excluído do universo em que vivo. O resto, tenho conseguido superar.
Nessa dos ovos... não entro.
Não quero nada com eles!
Estavam sempre ocos por dentro,
decidi livrar-me deles.
Escolhi um outro caminho,
já não confio em ninguém.
Este ano dou só carinho...
Cada um... dá o que tem.
Seguem ocultas, na ponta da proa, audácia, determinação e resistência... Querem escapar à força que atraiçoa quem ousar entrar no mar, sem competência.
A educação de uma criança está intrinsecamente dependente do comportamento parental. Por isso, assume especial relevância a formação proporcionada aos jovens nas instituições de ensino, pois eles constituirão a base sobre a qual se moldarão os pais de amanhã. Até esse momento, impõe-se a eliminação das marcas deixadas por gerações anteriores, que poderão ter sido afectadas por falhas decorrentes de uma educação deficiente. Essas marcas tenderão a desaparecer progressivamente, graças à acção correctiva e complementar desempenhada pela escola durante a juventude.
Se fosse garantido a cada cidadão, gratuitamente, uma base com livre direito a:
casa, assistência médica, acesso ilimitado a educação e projectos culturais...
defendo que quem continuou a desenvolver os seus conhecimentos e aptidões especiais, deverá ser recompensado/a desde que, comprovadamente, desenvolvidos. Obviamente que deverá ser tida em consideração a diferença entre quem atingiu um conhecimento apenas básico e obrigatório, e quem, em iguais circunstâncias, adquiriu maiores conhecimentos, sendo remunerado de acordo com tal situação. Depois há os empregos de maior risco que deverão ser, igualmente, considerados.
Amo e gosto de ser amada. Aos que não me amam, posso dizer, apenas, uma frase muito italiana: “Chi non mi ama, non mi merita”, isto é: “Quem não me ama, não me merece”.
Hoje quero interpretar o papel de actriz, ser Sol — esse enigma que me intriga. Pretendo sentir os pôdres de raiz que em muitos momentos promovem a briga.
Travestida de sol, viajarei pela Terra para fingir uma missão: dar luz. Mas tal como uma mãe, quando erra, carregarei às costas uma pesada cruz.
Actuarei à margem de qualquer certeza, porque direccionada pelo Universo. Tenho a desastrosa missão-empresa, de viajar num mundo muito controverso.
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FARSA DA MULHER SOLAR
Sou o sol amado mas pouco ou nada posso contra a natureza do Homem prevertido. Em cada canto da Terra há alvoroço causado por interesses sem sentido.
Forças nefastas proliferam neste mundo onde a ganância do Homem mal formado gere ambições de cariz muito fecundo que podem conduzir a um fim indesejado.
Discute-se a paz, explora-se a guerra. Implora-se saúde, fomenta-se a doença. A humanidade já não fala, berra… Quanto mais reune, mais o caos adensa.