A GESTÃO DOS NOSSOS ACTOS

E
screvo para os inúmeros seres humanos que, por qualquer motivo, estão neste momento a viver
a viver conflictos emocionais de certa gravidade, sejam eles de que origem for. Ao fazê-lo, estou a responder à dor que sinto por pessoas que conheço, na tentativa de suavizar o seu estado de espírito, vítima que fui de muitos maus momentos, ao longo da minha vida. Aprendi a aceitar o que quer que me aconteça apoiando-me sempre, pacientemente, numa resposta que sei, normalmente, poder chegar demasiado tarde, mas a tempo de repensar, enquanto viva, essas más vivências, para que possa refazer os meus conceitos e possa, também, sussurrar ao ouvido de cada ser que sofre, um conselho amigo.

1.	Quando não medimos bem as consequências duma atitude nossa, irreflectida, fomos imprudentes e deveremos aprender a lição resultante do peso das respectivas consequências.

A LIÇÃO COLHIDA ALBERGA O PESO DA NOSSA RESPONSABILIDADE, DOS ACTOS QUE COMETEMOS.

2.	Quando fomos prudentes em actos que assumimos e, apesar disso, as consequências dos mesmos não foram as desejadas, então deveremos aceitá-las resignadamente, pois não nos cabe julgar o seu porquê. Estarão fora do controle da nossa existência terrena, e teremos de repensar tudo, aceitando o que nos foi dado por uma força superior a nós.

NÃO EXISTIRÁ, NESTE CASO, UMA LIÇÃO A TIRAR. EXISTIRÁ, ISSO SIM, A NECESSIDADE DE ACEITARMOS, HUMILDEMENTE, O QUE NOS FOI DADO, E AGUARDARMOS PELA RESPOSTA QUE O FUTURO POSSA, EVENTUALMENTE, VIR A DAR-NOS.


Data da criação deste conteúdo:
2014-03-12